Palavra intensa, profunda e cheia de significados, falamos de amor para situações, pessoas e objetos.
Amo meu filho, marido, amo aquele tipo de comida, enfim, várias formas de amor são sentidos e mencionados.
E se eu te disser que tem um problema nesse sentimento, um pequeno gap… pois bem, vou explicar.
Amamos muitas coisas ou pessoas, e o problema nisso é quando amamos mais do que a nós mesmos (as), faço tudo por coisas ou pessoas em primeiro lugar, mas “eu”, ah eu vejo depois. Mediante a essa fala, algumas pessoas podem dizer, mas amor de filhos é o maior amor que há nesse mundo, e sim, concordo, mas se eles não terem você presente, do que vale o amor? Usei filhos para exemplificar o amor, mas podemos citar marido, namorado (a), pai e mãe, e assim por diante… se não nos colocarmos em primeiro lugar nos amando e respeitando nossos limites, de nada adianta amar as outras coisas. O respeito e o amor devem ser recíprocos, pelo menos deveriam ser, se eu tiver consciência disso, pessoas que me amam de verdade vão me amar e respeitar, coisas que de fato eu amo escolherei com sabedoria e não impulso, tudo ao nosso redor fica mais claro, leve e direcionado.
A vida é curta para amar pessoas que não te amam, não valorizam ou não respeitam. Pare de amar objetos que não vão agregar nada na sua vida ou rotina; primeiro passo: se conheça e se ame, depois tudo mais lhe será acrescentando.
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Mateus 22:39.
É bíblico o amor que Deus menciona sobre nós; essas palavras refletem o que sinto por mim e como estou transmitindo esse sentimento para outros.
Nesse mês, reflita de fato sobre essa palavra linda e mágica, AMOR; pense como impacta na sua vida, “Você com Você mesmo”, esquece terceiros, quando souber e sentir o amor verdadeiro por você, quem estiver próximo vai sentir a mesma mágica… do AMOR.