Entenda por que cuidar da ambiência da granja e dos dejetos virou estratégia de negócio
O Brasil bateu recorde histórico na produção de carne suína, segundo uma Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) com dados consolidados de 2025. Alcançamos cerca de 5,6 milhões de toneladas, com mais de 60 milhões de animais abatidos, é o maior volume já registrado desde 1997. O país é o terceiro maior exportador mundial.
E se você mora no Oeste do Paraná, já deve saber que a suinocultura é um dos motores da economia do Estado. Somos o segundo maior produtor de suínos do país, atrás apenas de Santa Catarina, respondendo por quase 22% de tudo o que é produzido no Brasil.
| 5,592 milhões toneladas
de carne suína produzidas no Brasil em 2025 — recorde histórico |
60,69 milhões
de suínos abatidos no país no último ano, também recorde |
| 21,2%
de toda a produção nacional de suínos vem do Paraná |
3º maior
exportador mundial de carne suína: com 1,510 milhão de toneladas. Essa é a posição do Brasil hoje |
Fontes: IBGE — Pesquisa Trimestral do Abate de Animais (resultados consolidados de 2025); ABPA — Relatório Anual 2026; Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), com base em dados do IBGE (1º trimestre de 2025).
Por trás desses números, existem as granjas e elas “falam” com quem cuida delas. Moscas demais, cheiro forte, animais desconfortáveis e doentes devido aos gases são alguns sinais de que são necessárias mudanças. E tudo está ligado às fezes e urina dos animais.
As moscas são sinais de alerta para riscos sanitários. Controlar as larvas, que se formam nos dejetos, é muito mais eficiente e barato do que tentar eliminá-las adultas, quando a população já explodiu.
Os gases nocivos liberados pelos dejetos, como amônia e CO₂, prejudicam a saúde respiratória dos suínos e dos trabalhadores. A qualidade do ar, da limpeza, a temperatura e a ventilação da granja influenciam diretamente o desempenho e produtividade dos animais.
O cascão que se forma no piso da granja consome tempo, centenas de litros de água e mão de obra em uma limpeza pesada e repetitiva tirando as pessoas do cuidado com o lote.
Além disso, os dejetos que ficam na esterqueira sem tratamento geram risco real de autuação ambiental. Engenheiros ambientais que acompanham suinocultores do Oeste do Paraná apontam que um dos principais entraves enfrentados hoje pelos produtores é a alta carga orgânica ligada aos dejetos, e isso só tende a crescer junto com o rebanho.
É por isso que cuidar da ambiência e dos dejetos deixou de ser apenas uma questão de conforto ou uma obrigação ambiental e passou a fazer parte da estratégia da granja. A boa notícia é que a biotecnologia permite atuar justamente em todos esses pontos: moscas, gases, mau cheiro, cascão e esterqueiras, trazendo melhorias para a granja e saúde para os animais e trabalhadores.
Nesse cenário é que a Embio atua. Especializada em soluções biotecnológicas para ambiência e tratamento de dejetos na produção animal, a proposta da empresa paranaense, de Marechal Cândido Rondon, é atuar na origem dos problemas para tornar o manejo mais eficiente. Promovendo essas melhorias na granja, além de proteger o bem-estar dos animais, o produtor otimiza recursos e aumenta a produtividade da sua propriedade, afinal, os dejetos que antes eram um problema, podem ter seu potencial melhor aproveitado como biofertilizante.
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